O problema do lixo
Com o crescimento populacional, a quantidade de lixo produzido também tem aumentado. A decomposição é uma forma de controlar o lixo urbano, porém grande parte desse lixo não é biodegradável, portanto, não se decompõe causando a poluição.
O lixo das cidades pode ser levado para os lixões, aterros sanitários ou passam pelos processos de incineração ou compostagem.
Lixão
Os Lixões são extensos terrenos a céu aberto para onde os lixos urbanos são levados.
Neste local o lixo não recebe tratamento adequado, causando grandes problemas ambientais como a reprodução de moscas e a produção do chorume através da decomposição do lixo, substância altamente tóxica que contamina os lençóis freáticos e o solo.
Aterros Sanitários
O aterro sanitário é um local onde o lixo é enterrado em camadas alternadas de lixo e terra, evitando-se assim o mau cheiro e a proliferação de insetos. Na execução de um aterro sanitário, é importante impermeabilizar sua base para evitar a contaminação do subsolo e construir canais de drenagem para os gases e líquidos (chorume) que se formarão.
O lixo que vai para o aterro sanitário são os não-recicláveis, no entanto, é comum encontrar materiais recicláveis nos aterros, pois a coleta seletiva ainda não é realizada adequadamente.
Incineração
Incineração é um processo que consiste em queimar o lixo em câmaras de incineração, reduzindo o número de resíduos e destruindo os microorganismos causadores de doenças.
Compostagem
Compostagem é um processo na qual o lixo passa por uma triagem e é divido em três partes: material orgânico, materiais não-aproveitáveis e materiais recicláveis.
O material orgânico passa por um tratamento biológico, onde é produzido um composto que é usado como adubo para a fertilização do solo.
Os materiais não-aproveitáveis são levados para os aterros sanitários.
Os materiais recicláveis são direcionados para determinados locais onde ele será reaproveitado para fazer novos produtos.
ATIVIDADE 5
PRAZO DE ENTREGA ATÉ 27/11/2011
POSTAR DIRETAMENTE NO FÓRUM. ( COLOCAR O NOME E O Nº)
ESCOLHA UM TEMA DA SUA PREFERÊNCIA
TEMA 1 -LIXO E POLUIÇÃO: O QUE SE PODE FAZER ?
1- Busque informações sobre a quantidade anual de lixo produzida no estado de São Paulo e sobre o local em que esse lixo é depositado ou incinerado. Procure conhecer a diferença entre aterro sanitário e lixão. Faça uma estimativa da porcentagem de materiais plásticos nesse lixo. Faça proposta concretas para diminuir o volume de lixo.
2- Procure informações sobre os custos e benefícios da incineração e da deposição do lixo em aterros sanitários. Procure saber também quais problemas causados por lixões. (assista o vídeo Ilha das Flores -na página inicial ).
3- Discuta as vantagens da instalação de biodigestores em aterros sanitários.
TEMA 2- POLUIÇÃO DO RIO TIÊTE : ANALISANDO A SITUAÇÃO ATUAL E PROPONDO SOLUÇÕES
1- Pesquise sobre as fontes de poluição do Rio Tietê, em vários municípios por onde passa, e discuta propostas de melhoria da qualidade da água, como o aumento da calha, a floculação, a fiscalização de despejo de esgotos clandestinos e de estações de tratamento de esgoto etc.
2- Discuta a viabilidade da implantação das propostas citadas em seu município. Como a comunidade poderia participar ?
Tópico: ATIVIDADE 5
Atividade 05 Lixo
Bárbara Cristina dos Santos nº04 3º E | 28-11-2011
atividade 5
Patricia edinalva da silva nº30 serie:3ºe | 27-11-2011
ema 2: poluicão do rio tiete: analisando a situação atual e propondo soluções
1.
*BIRITIBA MIRIM
Neste trecho já há vestígios de poluição, mas a maior parte dela ainda é orgânica. O maior estrago aqui é feito por agrotóxicos e fertilizantes jogados na água por fazendeiros da região. Eles literalmente fertilizam a água (principalmente quando contém fosfato) e fazem as plantas aquáticas proliferar e competir com os peixes e outros seres vivos por oxigênio.
*MOGI DAS CRUZES
Aqui a casa começa a cair: o rio começa a receber esgotos domésticos das cidades da região. Os dejetos chegam à água sem tratamento nenhum, fator que mais contribui para a poluição. Imagine a descarga dos 362 mil moradores de Mogi indo parar direto no rio. Resultado: neste pedaço, são despejadas cerca de 60 toneladas de esgoto por dia.
*GUARULHOS
Na Grande São Paulo, são 680 toneladas de esgoto (medidas em oxigênio necessário para consumir a poluição) diárias. A partir daqui, são 100 quilômetros de rio morto: com a sujeira, nenhum peixe ou planta sobrevive - sobram apenas bactérias anaeróbias. Neste trecho, o rio também fica paradão. Como sua largura e profundidade foram diminuídas, a vazão é de 114 mil litros por segundo, pouco para um rio desse porte.
*CONCHAS
Com mais oxigênio, voltam a surgir peixes, plantas, algas e micro-organismos. Antes de chegar aqui, o rio ainda recebe água de boa qualidade de afluentes como o rio Sorocaba e o rio Capivari, ganhando cara de rio "normal" novamente. Apesar da poluição remanescente, aqui já há barcos navegando e até quem arrisque nadar nele.
bom o tratamento de esgoto e muito interessante pois alem de preservar a natureza reltilizam as aguas tratadas para algumas ultilização para lavar carro,ruas e lavar roupas etc.
todos nos devemos penssar no amanha!
2.Discuta a viabilidade da implantação das propostas citadas em seu município. Como a comunidade poderia participar ?
como podemos melhorar o rio tiete.
bom o estado de sao paulo poderiamos fazer um sistema de esgoto que e jogado no rio,encontrar maneiras de coletar o lixo em ruas e favelas proximas dos rios que ficam nas margem do rio.os moradores tambem tem que ter atitudes de fazer sua parte separam lixo por lixo na sua residencia, se cada um ficessem isso hoje no brasil ñ estaria asim, entao porisso devemos fazer nossa parte.
TEMA 1 -LIXO E POLUIÇÃO: O QUE SE PODE FAZER ?
Marco Antonio Domingues Cordeiro do Nascimento Brito Franco nº26 | 27-11-2011
Lixo e reciclagem
O problema do lixo
Com o crescimento populacional, a quantidade de lixo produzido também tem aumentado. A decomposição é uma forma de controlar o lixo urbano, porém grande parte desse lixo não é biodegradável, portanto, não se decompõe causando a poluição.
O lixo das cidades pode ser levado para os lixões, aterros sanitários ou passam pelos processos de incineração ou compostagem.
Lixão
Os Lixões são extensos terrenos a céu aberto para onde os lixos urbanos são levados.
Neste local o lixo não recebe tratamento adequado, causando grandes problemas ambientais como a reprodução de moscas e a produção do chorume através da decomposição do lixo, substância altamente tóxica que contamina os lençóis freáticos e o solo.
Aterros Sanitários
O aterro sanitário é um local onde o lixo é enterrado em camadas alternadas de lixo e terra, evitando-se assim o mau cheiro e a proliferação de insetos. Na execução de um aterro sanitário, é importante impermeabilizar sua base para evitar a contaminação do subsolo e construir canais de drenagem para os gases e líquidos (chorume) que se formarão.
O lixo que vai para o aterro sanitário são os não-recicláveis, no entanto, é comum encontrar materiais recicláveis nos aterros, pois a coleta seletiva ainda não é realizada adequadamente.
Incineração
Incineração é um processo que consiste em queimar o lixo em câmaras de incineração, reduzindo o número de resíduos e destruindo os microorganismos causadores de doenças.
Compostagem
Compostagem é um processo na qual o lixo passa por uma triagem e é divido em três partes: material orgânico, materiais não-aproveitáveis e materiais recicláveis.
O material orgânico passa por um tratamento biológico, onde é produzido um composto que é usado como adubo para a fertilização do solo.
Os materiais não-aproveitáveis são levados para os aterros sanitários.
Os materiais recicláveis são direcionados para determinados locais onde ele será reaproveitado para fazer novos produtos.
TEMA 2- POLUIÇÃO DO RIO TIÊTE : ANALISANDO A SITUAÇÃO ATUAL E PROPONDO SOLUÇÕES
Ron Dennis Dias da Silva Nº32 | 27-11-2011
Poluição e degradação ambiental
Embora seja um dos rios mais importantes economicamente para o estado de São Paulo e para o país, o rio Tietê ficou mais conhecido pelos seus problemas ambientais, especialmente no trecho em que banha a cidade de São Paulo.
Não faz muito tempo que o rio Tietê se tornou poluído. Ainda na década de 1960, o rio tinha até peixes no seu trecho da capital. Porém, a degradação ambiental do rio Tietê teve início de maneira sutil na década de 1920, com a construção da represa de Guarapiranga, pela empresa canadense Light, para posterior geração de energia elétrica nas usinas hidrelétricas Edgar de Souza e Rasgão, localizadas em Santana de Parnaíba. Esta intervenção alterou o regime de águas do rio na capital e foi acompanhada de alguns trabalhos de retificação também pela Light, que deixaram o leito do rio na área da capital menos sinuoso, nas regiões entre Vila Maria e Freguesia do Ó.
Porém, ainda nas décadas de 1920 e 1930, o rio era utilizado para pesca e atividades desportivas: eram famosas as disputas de esportes náuticos no rio. Nesta época, clubes de regatas e natação foram criados ao longo do rio, como o Clube de Regatas Tietê e Espéria, clubes que existem até hoje.
O processo de degradação do rio por poluição industrial e esgotos domésticos no trecho da Grande São Paulo tem origem principalmente no processo de industrialização e de expansão urbana desordenada ocorrido nas décadas de 1940 a 1970, acompanhado pelo aumento populacional ocorrido no período, em que o município evoluiu de uma população de 2 000 000 de habitantes na década de 1940 para mais de 6 000 000 na década de 1960.
Esse processo de degradação a partir da década de 1940 também afetou seus principais afluentes, como o rios Tamanduateí e Aricanduva, sendo no primeiro particularmente mais perigoso, pois o Tamanduateí trazia da região do ABC os esgotos industriais das grandes fábricas daquela região. A política de permitir uma grande expansão do parque industrial de São Paulo sem contrapartidas ambientais acabou por inviabilizar rapidamente o uso do rio Tietê para o abastecimento da cidade e inclusive para o lazer.
A partir das décadas de 1960 e 1970, a falta de vontade política dos então governantes, aliada a uma certa falta de consciência e educação ambiental da população (agravadas pela ditadura militar) anulou qualquer iniciativa em gastar recursos em sua recuperação, o que aliado à crescente demanda (fruto da expansão econômica e populacional da cidade), degradou o rio a níveis muito intoleráveis nas décadas de 1980.
Na década de 1980, o governo do estado contratou os estudos do SANEGRAN (Saneamento da Grande São Paulo), efetuados pela ENGEVIX, sob a coordenação do engenheiro sanitarista Jorge Paes Rios, todavia as obras não foram executadas devido aos enormes custos e a falta de vontade política.
Em setembro de 1990, a Rádio Eldorado fez um programa especial ao vivo, com dois repórteres: um, da própria Rádio Eldorado, estava em São Paulo, navegando pelo Rio Tietê e comentando sobre a poluição e deterioração das águas: o outro, do serviço brasileiro da emissora de rádio britânica British Broadcasting Corporation, navegava nas águas límpidas e despoluídas do Rio Tâmisa de Londres, na Inglaterra, comentando sobre a qualidade daquele rio, que passou por um processo de recuperação desde a década de 1950.
Tal programa de rádio provocou grande repercussão em outros órgãos de imprensa, principalmente o jornal O Estado de São Paulo, do mesmo grupo da rádio.
Uma organização não governamental, Núcleo União Pró-Tietê, liderada por Mário Mantovani, foi criada, canalizando a pressão popular por um rio mais limpo. A sociedade civil chegou a colher mais de um milhão de assinaturas, um dos maiores abaixo-assinados já realizados no país.
Entre 2002 e 2006, o então governador do estado, Geraldo Alckmin, concluiu um grande projeto de rebaixamento e urbanização da calha do rio Tietê, que vinha sendo feito desde a década de 1980. Esse rebaixamento foi feito através do desassoreamento do rio, obtido com explosivos, perfuração subaquática edragagem.
O problema ainda está longe de estar definitivamente resolvido: porém, a Via Professor Simão Faiguenboim chegou a ficar sem inundações por três anos, entre 2001 e 2004. Em 25 de maio de 2005, no entanto, houve nova inundação, ocasionada por uma forte chuva (a segunda maior desde 1943, conforme notícia veiculada pelo jornal Folha de São Paulo), o que segundo as autoridades municipais e estaduais, justificaria um excepcional alagamento. Houve também o alagamento do Rio Tietê em 2009, que foi provocado pelas chuvas na região. De lá para cá, outras grandes chuvas ocorreram e o rio não chegou transbordar como antigamente.
Mais é um projeto muito difícil de ser executado e vai demorar muito para vermos o rio despoluído denovo.
Atividade 5- TEMA 1 -LIXO E POLUIÇÃO: O QUE SE PODE FAZER ?
Gabriela Ramos Costa nº 18 3ª E | 27-11-2011
1. São Paulo é a cidade que mais produz lixo do território nacional 55.742 toneladas atuais em dados de 2009. Esse lixo na sua grande são depositados em terrenos grandes e afastados dos centros urbanos ao céu aberto e sem nenhum tratamento.
A diferença entre Lixão e Aterro Sanitário é que o lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo, não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos. Já o aterro sanitário é um terreno impermeabilizado com argila para receber o lixo.
O plástico corresponde a 23% do peso total dos resíduos encaminhados para os aterros sanitários.
Na minha opinião para se diminuir a quantidade do lixo e ajudar o meio ambiente é a reciclagem, começando pelas casas ,escolas e se estendendo as grandes industrias.
2. O Aterro Sanitário é um equipamento projetado para receber e tratar o lixo produzido pelos habitantes de uma cidade, com base em estudos de engenharia, para reduzir ao máximo os impactos causados ao meio ambiente. Atualmente é uma das técnicas mais seguras e de mais baixo custo. Já a incineração é muito criticada pelos altos custos operacionais e sua eficácia no tratamento dos gases resultantes da queima, apesar da sua utilização nos principais países da Europa, inclusive como fonte alternativa de recuperação de calor e produção de energia.
Problemas causados pelos os lixões, os resíduos assim lançados a céu aberto acarretam problemas de saúde pública, como proliferação de vetores de doenças (moscas, mosquitos, baratas e ratos, etc.), geração de maus odores e principalmente, a poluição do solo e das águas superficiais e subterrâneas através do chorume (líquido de cor preta, mau cheiroso e de elevado potencial poluidor produzido pela decomposição da matéria orgânica contida no lixo),comprometendo os recursos hídricos. Em termos ambientais, os lixões agravam a poluição do ar, do solo e das águas e ainda provocam poluição visual.
A biodigestão é um processo de fermentação anaeróbia da matéria orgânica, produzindo biogás e biofertilizantes. Este processo consiste na transformação de compostos orgânicos
complexos em metano e dióxido de carbono através da ação de micro organismos. O biogás gerado na fermentação do lixo é utilizado na geração de eletricidade e calor.
ATIVIDADE 5 - TEMA 2
Vanessa Antunes Madureira nº 36 | 27-11-2011
O estrago no rio mais importante do estado de São Paulo, com 1 150 quilômetros de extensão, começou na década de 1920. "Com as obras para tornar as margens retas na capital para construir pistas, as pessoas pararam de frequentar o rio e ele foi virando um depósito de lixo", diz Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da Fundação SOS Mata Atlântica. Desde então, esgoto, resíduos industriais e todo tipo de porcaria contribuíram para tornar o Tietê um dos mais nojentos do mundo. Hoje, o maior vilão é o esgoto doméstico: só 44% dos moradores da bacia do Alto Tietê têm esgoto tratado. Ainda bem que o rio é um morto vivo: depois de apodrecer, renasce à medida que se afasta da capital.
Esgoto tratado pode ajudar a despoluir o rio
Todo o esgoto doméstico, tratado ou não, em algum momento vai parar nos rios. Já que isso não dá para mudar, o projeto de despoluição do Tietê comandado pela Sabesp (empresa de saneamento do estado de São Paulo) quer ampliar a rede de tratamento de esgotos para a população que vive em torno do rio. Em 1990, apenas 24% do esgoto em São Paulo era tratado. Hoje, já são 68%. Nesse período, a extensão da faixa de rio completamente poluído diminuiu mais de 200 quilômetros.
É preciso que a população se conscientize do seu papel", afirma Carlos Eduardo Carrela. O superintendente ainda explica que, se o rio parar de receber sujeira, a despoluição acontece naturalmente, por meio do mecanismo de auto-limpeza, que dissolve os poluentes e oxigena a água. Apesar da dificuldade em despoluir a região metropolitana, no interior do estado ela já pode ser percebida. Antes do início do Projeto Tietê, o rio estava morto até na região de Barra Bonita, a cerca de 250 km da capital. Depois do fim da primeira etapa de limpeza, a mancha de poluição recuou 120 km e peixes voltaram a aparecer na barragem da cidade. "Com o fim da segunda fase, esperamos que daqui a um ou dois anos a mancha recue mais 40 km, até a região de Salto, a 100 km da capital", diz Carrela.
Atividade 5
Janaína de Jesus Santos nº 19 | 26-11-2011
Hoje em dia, 10% do lixo produzido no Brasil vem de São Paulo, que gera em torno de 6.205 milhões de toneladas por ano, em média, uma familia composta por quatro pessoas tem o gasto diario de 3,58kg sendo composto por, papel+papelão: 29,6%, tetrapak: 5,58%, vidro: 4,46%, latas de alumínio: 1,67%, latas de metal ferroso: 5,02%, isopor: 3,35%, plástico mole: 6,7%, plástico duro + PET: 41,05%.
o lixo de São Paulo é descartado em Calcula-se que apenas metade do lixo produzido diariamente no país é coletada. Desta metade, só uma pequena parcela vai para os locais adequados (aterros sanitários, incineradores, usinas de reciclagem e compostagem). Uma outra parte é jogada em rios que abastecem regiões inteiras, ou levada para lixões clandestinos a céu aberto.Infelizmente apenas uma pequena parte do lixo produzido na cidade recebe o tratamento adequado.
As pessoas poderiam se concientizar mais sobre a importancia da reciclagem, e a prefeitura deveria fiscalizar com mais rigor se o lixo está sendo depositado em local adequado, materiais inorganicos deveriam ser rigorosamente separados dos organicos e tudo o que possivel deveria ser reutilizado ou reciclado, todas as empresas deveriam produzir na medida do possivel produtos com embalagens biodegraveis, assim, seria reduzido o lixo e aumentaria a renda do país.
A incineração de lixos teria um alto custo para o pais, porem uma das vantagens seriam o aproveitamento desse lixo para produzir energia. Lixões a céu aberto são um problema muito grave para a população, tanto pelo mal cheiro, quanto pela ploriferação de doenças ou pela poluição do ambiete que esse tipo de descartamento de lixo pode acarretar. Também seia muito interessante o uso dos biodigestores, pois reaproveitariam os detritos do lixo, que seriam reutiliados na produção de adubo ou gás.
Atividade 5
Cintia da Silva Paes n° 10 3°E | 27-11-2011
1. Bom São Paulo é a cidade que mais produz lixo do território nacional 55.742 toneladas atuais em dados de 2009. Esse lixo na sua grande são depositados em terrenos grandes e afastados dos centros urbanos ao céu aberto e sem nenhum tratamento.
A diferença entre Lixão e Aterro Sanitário é que o lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo, não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos. Já o aterro sanitário é um terreno impermeabilizado com argila para receber o lixo.
O plástico corresponde a 23% do peso total dos resíduos encaminhados para os aterros sanitários.
Na minha opinião para se diminuir a quantidade do lixo e ajudar o meio ambiente é a reciclagem, começando pelas casas ,escolas e se estendendo as grandes industrias.
2. O Aterro Sanitário é um equipamento projetado para receber e tratar o lixo produzido pelos habitantes de uma cidade, com base em estudos de engenharia, para reduzir ao máximo os impactos causados ao meio ambiente. Atualmente é uma das técnicas mais seguras e de mais baixo custo. Já a incineração é muito criticada pelos altos custos operacionais e sua eficácia no tratamento dos gases resultantes da queima, apesar da sua utilização nos principais países da Europa, inclusive como fonte alternativa de recuperação de calor e produção de energia.
Problemas causados pelos os lixões, os resíduos assim lançados a céu aberto acarretam problemas de saúde pública, como proliferação de vetores de doenças (moscas, mosquitos, baratas e ratos, etc.), geração de maus odores e principalmente, a poluição do solo e das águas superficiais e subterrâneas através do chorume (líquido de cor preta, mau cheiroso e de elevado potencial poluidor produzido pela decomposição da matéria orgânica contida no lixo),comprometendo os recursos hídricos. Em termos ambientais, os lixões agravam a poluição do ar, do solo e das águas e ainda provocam poluição visual.
A biodigestão é um processo de fermentação anaeróbia da matéria orgânica, produzindo biogás e biofertilizantes. Este processo consiste na transformação de compostos orgânicos
complexos em metano e dióxido de carbono através da ação de micro organismos. O biogás gerado na fermentação do lixo é utilizado na geração de eletricidade e calor.
Atividade 5
Camila Garcia n° 8 3°E | 27-11-2011
Esgoto tratado pode ajudar a despoluir o rio.
Todo o esgoto doméstico, tratado ou não, em algum momento vai parar nos rios. Já que isso não dá para mudar, o projeto de despoluição do Tietê comandado pela Sabesp (empresa de saneamento do estado de São Paulo) quer ampliar a rede de tratamento de esgotos para a população que vive em torno do rio. Em 1990, apenas 24% do esgoto em São Paulo era tratado. Hoje, já são 68%. Nesse período, a extensão da faixa de rio completamente poluído diminuiu mais de 200 quilômetros.
É preciso que a população se conscientize do seu papel", afirma Carlos Eduardo Carrela. O superintendente ainda explica que, se o rio parar de receber sujeira, a despoluição acontece naturalmente, por meio do mecanismo de auto-limpeza, que dissolve os poluentes e oxigena a água. Apesar da dificuldade em despoluir a região metropolitana, no interior do estado ela já pode ser percebida. Antes do início do Projeto Tietê, o rio estava morto até na região de Barra Bonita, a cerca de 250 km da capital. Depois do fim da primeira etapa de limpeza, a mancha de poluição recuou 120 km e peixes voltaram a aparecer na barragem da cidade. "Com o fim da segunda fase, esperamos que daqui a um ou dois anos a mancha recue mais 40 km, até a região de Salto, a 100 km da capital", diz Carrela.
Atividade 5
Lucilene C.E de Castro n° 24 3°E | 27-11-2011
1. São Paulo é a cidade que mais produz lixo do território nacional 55.742 toneladas atuais em dados de 2009. Esse lixo na sua grande são depositados em terrenos grandes e afastados dos centros urbanos ao céu aberto e sem nenhum tratamento.
A diferença entre Lixão e Aterro Sanitário é que o lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos sem nenhuma preparação anterior do solo, não tem nenhum sistema de tratamento de efluentes líquidos. Já o aterro sanitário é um terreno impermeabilizado com argila para receber o lixo.
O plástico corresponde a 23% do peso total dos resíduos encaminhados para os aterros sanitários.
Na minha opinião para se diminuir a quantidade do lixo e ajudar o meio ambiente é a reciclagem, começando pelas casas ,escolas e se estendendo as grandes industrias.
2. O Aterro Sanitário é um equipamento projetado para receber e tratar o lixo produzido pelos habitantes de uma cidade, com base em estudos de engenharia, para reduzir ao máximo os impactos causados ao meio ambiente. Atualmente é uma das técnicas mais seguras e de mais baixo custo. Já a incineração é muito criticada pelos altos custos operacionais e sua eficácia no tratamento dos gases resultantes da queima, apesar da sua utilização nos principais países da Europa, inclusive como fonte alternativa de recuperação de calor e produção de energia.
Problemas causados pelos os lixões, os resíduos assim lançados a céu aberto acarretam problemas de saúde pública, como proliferação de vetores de doenças (moscas, mosquitos, baratas e ratos, etc.), geração de maus odores e principalmente, a poluição do solo e das águas superficiais e subterrâneas através do chorume (líquido de cor preta, mau cheiroso e de elevado potencial poluidor produzido pela decomposição da matéria orgânica contida no lixo),comprometendo os recursos hídricos. Em termos ambientais, os lixões agravam a poluição do ar, do solo e das águas e ainda provocam poluição visual.
A biodigestão é um processo de fermentação anaeróbia da matéria orgânica, produzindo biogás e biofertilizantes. Este processo consiste na transformação de compostos orgânicos
complexos em metano e dióxido de carbono através da ação de micro organismos. O biogás gerado na fermentação do lixo é utilizado na geração de eletricidade e calor.