1 - Tratar esgoto proveniente de indústrias, centros comerciais, condomínios, etc. Este tratamento é baseado nos fenômenos biológicos que ocorrem naturalmente nos cursos de água e permite o descarte do efluente obedecendo todos os parâmetros exigidos pela legislação brasileira, reduzindo os impactos ambientais e contribuindo com as propostas de gestão ambientalmente responsável e a sustentabilidade do empreendimento.
O esgoto a ser tratado será introduzido em tanque onde ocorrerão todas as etapas do tratamento de forma independente e contínua. Enquanto um tanque recebe o efluente o outro estará em funcionamento. Em cada tanque o esgoto será oxigenado por aeradores acoplados a flutuadores. Na etapa seguinte o efluente descansará por um período pré-definido para que o lodo sedimente por gravidade, no fundo do tanque, e o excesso será descartado. O efluente tratado ficará na parte superior de onde será captado e encaminhado ao corpo receptor. Assim de forma contínua todo o esgoto será tratado (o sistema poderá utilizar 2 ou mais tanques).
2/1 - O tratamento preliminar objetiva apenas a remoção dos sólidos grosseiros (materiais de maiores dimensões e areia) por meio de mecanismos físicos de sedimentação.
O tratamento primário visa, por meio de mecanismos estritamente físicos, a remoção de sólidos sedimentáveis e, em decorrência, parte da matéria orgânica.
No tratamento secundário, predominam os mecanismos biológicos, e o objetivo é principalmente a remoção de matéria orgânica e eventualmente nutrientes (nitrogênio e fósforo).
O tratamento terciário objetiva a remoção de poluentes específicos, ou ainda remoção complementar de poluentes não suficientemente removidos no tratamento secundário.
A remoção de nutrientes e de organismos patogênicos pode ser considerada como integrante do tratamento secundário ou do tratamento terciário, dependendo do processo adotado.
2/2 - Tratamento primário . Apesar do esgoto apresentar um aspecto ligeiramente mais razoável após a fase de pré-tratamento, possui ainda praticamente inalteradas as suas características poluidoras. Segue-se, pois, o tratamento propriamente dito. A primeira fase de tratamento é designada por tratamento primário, onde a matéria poluente é separada da água por sedimentação nos sedimentadores primários. Este processo exclusivamente de ação física pode, em alguns casos, ser ajudado pela adição de agentes químicos que através de uma coagulação/floculação possibilitam a obtenção de flocos de matéria poluente de maiores dimensões e assim mais facilmente decantáveis.
Após o tratamento primário, a matéria poluente que permanece na água é de reduzidas dimensões, normalmente constituída por colóides, não sendo por isso passível de ser removida por processos exclusivamente físico-químicos. A eficiência de um tratamento primário pode chegar a 60% ou mais dependendo do tipo de tratamento e da operação da ETE.
2/3 - Tratamento secundárioSegue-se, pois, o chamado processo de tratamento secundário, geralmente consistindo num processo biológico, do tipo lodo ativado ou do tipo filtro biológico, onde a matéria orgânica (poluente) é consumida por micro-organismos nos chamados reatores biológicos. Estes reatores são normalmente constituídos por tanques com grande quantidade de micro-organismos aeróbios, havendo por isso a necessidade de promover o seu arejamento. O esgoto saído do [reator biológico] contem uma grande quantidade de microorganismos, sendo muito reduzida a matéria orgânica remanescente. A eficiência de um tratamento secundário pode chegar a 95% ou mais dependendo da operação da ETE. Os micro-organismos sofrem posteriormente um processo de sedimentação nos designados sedimentadores (decantadores) secundários.
Finalizado o tratamento secundário, as águas residuais tratadas apresentam um reduzido nível de poluição por matéria orgânica, podendo na maioria dos casos, serem despejadas no meio ambiente receptor.
Enfim sabemos que o tratamento do esgoto não é só importante para o ser humano quanto tambem para o meio ambiente, muitos processos são efetuados processos com bastante rigorosidade e eficiência que graças a SABESP companhia de saneamento basico de SP, que efetua todo este processo muito importante para a bodiversidade de determinado local. No nosso ponto de vista a água tratada do esgoto é como se fosse um objeto sendo reciclado porque depois que a água de esgoto é tratada é utilizada em muitas coisas , coisas como regação de jardins municipais, lavamento de ruas e purificação para o uso próprio para o ser humano.
ATIVIDADE 4
Prazo de entrega até 27/11/2011. ( INDIVIDUAL OU EM DUPLA)
POSTAR DIRETAMENTE NO FÓRUM, NÃO ESQUEÇA DE COLOCAR OS NOMES E O Nº DA CHAMADA. ( VALENDO 10 PONTOS)
4- Apresente alguns dos processos que fazem parte do tratamento terciário do esgoto, de acordo com as pesquisas feitas por você e seus colegas.
ASSISTA O VÍDEO : TRATAMENTO DE ESGOTO -SABESP
Tópico: ATIVIDADE 4
Tratamento do Esgoto
Bruno Marques Silva n° 02 / Tatiane de Assis n° 30 | 27-11-2011
Atividade 4
Janielle Alves de Oliveira nº 13/ Sara Maria Santos nº 27 | 27-11-2011
Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) que, no Brasil, se designa oficialmente também por Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), é uma infraestrutura que trata as águas residuais de origem doméstica e/ou industrial, comumente chamadas de esgotos sanitários ou despejos industriais , para depois serem escoadas para o mar ou rio com um nível de poluição aceitável através de um emissário, conforme a legislação vigente para o meio ambiente receptor.
Numa ETAR as águas residuais passam por vários processos de tratamento com o objectivo de separar ou diminuir a quantidade da matéria poluente da água.
Investimentos em saneamento, principalmente no tratamento de esgotos, diminui a incidência de doenças e internações hospitalares e evita o comprometimento dos recursos hídricos do município.
A percepção de que a maior parte das doenças são transmitidas principalmente através do contato com a água poluída e esgotos não tratados levou os especialistas a procurar as soluções integrando várias áreas da administração pública.
Atualmente, emprega-se o conceito mais adequado de saneamento ambiental. Com o crescimento desordenado das cidades, no entanto, as obras de saneamento têm se restringido ao atendimento de emergências: evitar o aumento do número de vítimas de desabamento, contornar o problema de enchentes ou controlar epidemias.
O saneamento é de responsabilidade do município. No entanto, em virtude dos custos envolvidos, algumas das principais obras sempre foram administradas por órgãos estaduais ou federais e quase sempre restritas a soluções para o problema como enchentes.
1- O tratamento preliminar se dá por meio de grades e caixas de areia, visando à retenção dos sólidos em suspensão (galhos e demais materiais mais grosseiros, como terra, areia e gordura decantáveis) que deve ser posteriormente conduzido para aterros sanitários.
2- O tratamento primário é a decantação simples por meio da ação da força da gravidade ou por precipitação química, o que requer o uso de equipamentos. Nesse estágio é gerado o lodo primário que deve ser manuseado com cuidado e tratado por processos de secagem ou incineração antes da sua disposição no solo. No tratamento secundário são removidos os sólidos finos suspensos que não decantam, e são digeridos por bactérias.
3- Tratamento secundárioSegue-se, pois, o chamado processo de tratamento secundário, geralmente consistindo num processo biológico, do tipo lodo ativado ou do tipo filtro biológico, onde a matéria orgânica (poluente) é consumida por micro-organismos nos chamados reatores biológicos. Estes reatores são normalmente constituídos por tanques com grande quantidade de micro-organismos aeróbios, havendo por isso a necessidade de promover o seu arejamento. O esgoto saído do [reator biológico] contem uma grande quantidade de microorganismos, sendo muito reduzida a matéria orgânica remanescente. A eficiência de um tratamento secundário pode chegar a 95% ou mais dependendo da operação da ETE. Os micro-organismos sofrem posteriormente um processo de sedimentação nos designados sedimentadores (decantadores) secundários.
Finalizado o tratamento secundário, as águas residuais tratadas apresentam um reduzido nível de poluição por matéria orgânica, podendo na maioria dos casos, serem despejadas no meio ambiente receptor.
Tratamento terciário Normalmente antes do lançamento final no corpo receptor, é necessário proceder à desinfecção das águas residuais tratadas para a remoção dos organismos patogênicos ou, em casos especiais, à remoção de determinados nutrientes, como o nitrogênio (azoto) e o fósforo, que podem potenciar, isoladamente e/ou em conjunto, a eutrofização das águas receptoras.
Remoção de nutrientes Águas residuárias podem conter altos níveis de nutrientes como nitrogênio e fósforo. A emissão em excesso destes pode levar ao acúmulo de nutrientes, fenômeno chamado de eutrofização, que encoraja o crescimento excessivo (chamado bloom) de algas e cianobactérias (algas azuis). A maior parte destas algas acaba morrendo, porém a decomposição das mesmas por bactérias remove oxigênio da água e a maioria dos peixes morrem. Além disso, algumas espécies de algas produzem toxinas que contaminam as fontes de água potável (as chamadas cianotoxinas).
Há diferentes processos para remoção de nitrogênio e fósforo:
A Desnitrificação requer condições anóxicas (ausência de oxigênio) para que as comunidades biológicas apropriadas se formem. A desnitrificação é facilitada por um grande número de bactérias. Métodos de filtragem em areia, lagoa de polimento, etc. pode reduzir a quantidade de nitrogênio. O sistema de lodo ativado, se bem projetado, também pode reduzir significante parte do nitrogênio.
A Remoção de fósforo, que pode ser feita por precipitação química, geralmente com sais de ferro (ex. cloreto férrico) ou alumínio (ex. sulfato de alumínio). O lodo químico resultante é difícil de tratar e o uso dos produtos químicos torna-se caro. Apesar disso, a remoção química de fósforo requer equipamentos muito menores que os usados por remoção biológica.
Desinfecção: A desinfecção das águas residuais tratadas objetiva a remoção dos organismos patogênicos. O método de cloração também tem contribuído significativamente na redução de odores em estações de tratamento de esgoto. Revelou-se entre os processos artificiais o de menor custo e de elevado grau de eficiência em relação a outros processos como a ozonização que é bastante dispendiosa e a radiação ultravioleta que não é aplicável a qualquer situação.
TRATAMENTO DE ESGOTO.
Patricia Rodrigues Salazar de Moura nº. 39 | 25-11-2011
O trataqmento de esgoto é necessário para que a àgua seja reaproveitada e também para a remoção das impurezas que causam danos à natureza e à saúde humana.
Podemos separar o tratamento do esgoto domiciliar em 4 etapas: preliminar, primário, secundário, terciário, explicarei a seguir resumidamente como funciona cada um deles:
Preliminar: são utilizados grades, peneiras ou caixas de areia para reter os resíduos maiores e evitar que haja danos para as próximas unidades de tratamento.
Primário: processo de decantação dos sólidos em suspensão que vão se acumulandono fundo do decantador formando o lodo primário que depois é retirado para dar continuidade ao processo.
Secundário: os micro organismos se convertem em gás carbônico e água.
Terciário: pode-se chamar também de pós-tratamento, que é quando são removidos os poluentes específicos como os micronutrientes e patogêncios.
LIXO E POLUIÇÃO: O QUE SE PODE FAZER ?
PATRICIA RODRIGUES SALAZAR DE MOURA Nº 39 | 25-11-2011
Só na cidade de São Paulo são geradas aproximadamente 14.000 toneladas de lixo por dia.
Resíduos colocados a céu aberto são fontes de graves riscos sanitários e ambientais;Levar para o aterro ou queimar, é uma interrogação que se coloca somente para os resíduos incineráveis com matéria orgânica total ou parcialmente inclusa.
As enormes quantidades em jogo são devidas aos resíduos urbanos, que atingem milhares de toneladas, mesmo em pequenas cidades.
Quanto ao tratamento destes resíduos há grande polémica, principalmente levantada pelos chamados ambientalistas que pretendem impor o slogan dos 3Rs----Reduzir, Reutilizar, Reciclar.
aterros sanitários=Um aterro sanitário é um espaço destinado à deposição final de resíduos sólidos gerados pela atividade humana.
lixões= Os lixões também são depósitos de lixo, sem nenhum tratamento, com a diferença de que são institucionalizados, isto é, autorizados pelas Prefeituras, é por isso que ainda temos tantos lixões.
Só em 2010 foram consumidos 5,9 mil toneladas de plástico, o que representa 50% a mais que á 10 anos.
Coleta Seletiva
A coleta seletiva procura enfocar outro nível de pensamento e conceito em relação aos resíduos sólidos, que tendem a deixar de ser uma coisa indesejável, nojenta, e passam a ser um reflexo da situação e consciência de quem os produz. É, sem dúvida, um dos sistemas mais adequados de gerenciamento do lixo domiciliar.
Segundo LAFAY (1997), tal sistema, também chamado de coleta segregativa, é um processo pela qual os resíduos sólidos são recolhidos separadamente, a princípio em dois tipos: o orgânico (resíduo molhado ou compostável) e o inorgânico (resíduo seco).
Jamerson José Da Silva n° 41
Tratamento de esgoto | 24-11-2011
TRATAMENTO DE ESGOTO
O tratamento dos esgotos domésticos tem como objetivo, principalmente: remover o material sólido; reduzir a demanda bioquímica de oxigênio; exterminar micro-organismos patogênicos; reduzir as substâncias químicas indesejáveis.
As diversas unidades da estação convencional podem ser agrupadas em função das eficiências dos tratamentos que proporciona. Assim temos:
Tratamento preliminar: gradeamento, remoção de gorduras e remoção de areia.
Tratamento primário: tratamento preliminar, decantação, digestão do lodo e secagem do lodo.
Tratamento secundário: tratamento primário, tratamento biológico, decantação secundária e desinfecção.
Pré tratamento
No primeiro conjunto de tratamentos, designado por pré-tratamento ou tratamento preliminar, o esgoto é sujeito aos processos de separação dos sólidos mais grosseiros tais como a gradagem (no Brasil, chamado de gradeamento) que pode ser composto por grades grosseiras, grades finas e/ou peneiras rotativas, o desarenamento nas caixas de areia e o desengorduramento nas chamadas caixas de gordura ou em pré-decantadores. Nesta fase, o esgoto é, desta forma, preparado para as fases de tratamento subsequentes, podendo ser sujeito a um pré-arejamento e a uma equalização tanto de caudais como de cargas poluentes ou resíduos.
Tratamento primário
Apesar do esgoto apresentar um aspecto ligeiramente mais razoável após a fase de pré-tratamento, possui ainda praticamente inalteradas as suas características poluidoras. Segue-se, pois, o tratamento propriamente dito. A primeira fase de tratamento é designada por tratamento primário, onde a matéria poluente é separada da água por sedimentação nos sedimentadores primários. Este processo exclusivamente de ação física pode, em alguns casos, ser ajudado pela adição de agentes químicos que através de uma coagulação/floculação possibilitam a obtenção de flocos de matéria poluente de maiores dimensões e assim mais facilmente decantáveis.
Após o tratamento primário, a matéria poluente que permanece na água é de reduzidas dimensões, normalmente constituída por colóides, não sendo por isso passível de ser removida por processos exclusivamente físico-químicos. A eficiência de um tratamento primário pode chegar a 60% ou mais dependendo do tipo de tratamento e da operação da ETE.
Tratamento secundário
Segue-se, pois, o chamado processo de tratamento secundário, geralmente consistindo num processo biológico, do tipo lodo ativado ou do tipo filtro biológico, onde a matéria orgânica (poluente) é consumida por micro-organismos nos chamados reatores biológicos. Estes reatores são normalmente constituídos por tanques com grande quantidade de micro-organismos aeróbios, havendo por isso a necessidade de promover o seu arejamento. O esgoto saído do [reator biológico] contem uma grande quantidade de microorganismos, sendo muito reduzida a matéria orgânica remanescente. A eficiência de um tratamento secundário pode chegar a 95% ou mais dependendo da operação da ETE. Os micro-organismos sofrem posteriormente um processo de sedimentação nos designados sedimentadores (decantadores) secundários.
Finalizado o tratamento secundário, as águas residuais tratadas apresentam um reduzido nível de poluição por matéria orgânica, podendo na maioria dos casos, serem despejadas no meio ambiente receptor.
Tratamento de Esgoto.
Maíra Gomes dos Santos. N° 21. | 24-11-2011
O tratamento de esgoto é utilizado para dar uma turbinada no processo natural de limpeza que qualquer rio faz. Todo curso d’água possui bactérias que se alimentam da matéria orgânica do esgoto e ajudam a eliminar a sujeira.
Tratamento Preliminar: São utilizadas grades peneiras ou caixas de areia para reter os resíduos maiores e impedir que haja danos as próximas unidades de tratamento, ou até mesmo, para facilitar o transporte do efluente.
.
Tratamento Primário: São sedimentados os sólidos em suspensão que vão se acumulando no fundo do decantador formando o lodo primário que depois é retirado para dar continuidade ao processo.
Tratamento Secundário: Os microorganismos irão se alimentar da matéria orgânica convertendo-a em gás carbônico e água.
Tratamento Terciário: São removidos os poluentes específicos como o nitrogênio, fósforo (micronutrientes) e bactérias, fungos (patogênicos).
1°) Definição do tratamento Preliminar: Nesta fase, o esgoto é, desta forma, preparado para as fases de tratamento subsequentes, podendo ser sujeito a um pré-arejamento e a uma equalização tanto de caudais como de cargas poluentes ou resíduos.
2°) Definição do tratamento Primário: Sua finalidade é a remoção de solidos de menores persentes na água. Para que esse processo ocorra,são adicionados ao tanque de decantação sais de aluminios ou ferro.
3°) Definição do tratamento Secundário: O processo envolvido nesse tratamento é remoção por meio da transformação química da matéria orgânica, em suspensão na água que não foi removida nos tratamentos anteriores.
Atividade 4
Letícia Ferreira da Silva nº16 | 24-11-2011
1-)
- Nível preliminar:objetiva apenas a remoção dos sólidos grosseiros (materiais de maiores dimensões e areia) por meio de mecanismos físicos de sedimentação.
.
- Primário: Visa, por meio de mecanismos estritamente físicos, a remoção de sólidos sedimentáveis e, em decorrência, parte da matéria orgânica.
- Secundário: Predominam os mecanismos biológicos, e o objetivo é principalmente a remoção de matéria orgânica e eventualmente nutrientes (nitrogênio e fósforo).
- Terciário: Objetiva a remoção de poluentes específicos, ou ainda remoção complementar de poluentes não suficientemente removidos no tratamento secundário.A remoção de nutrientes e de organismos patogênicos pode ser considerada como integrante do tratamento secundário ou do tratamento terciário, dependendo do processo adotado.
2/1-)
O tratamento preliminar tem como objetivo retirar os grandes resíduos, e facilitar os demais processos, que seriam impossíbilitados.
2/2-)
Nesta fase o objetivo é separar do efluente, as substâncias que se juntaram com a água e que não podem ser retiradas apenas por processos físicos com a decantação, citada anteriormente. Esta fase é feito através de processos físicos-quimícos, certa vez que utilizado produtos quimícos para concluir o processo.
2/3-)
Nesta fase é retirado através de processos biológicos as matérias organicas nocivas para o ser humano, em geral, matérias orgânicas. Etapa na qual ocorre a remoção da matéria orgânica, por meio de reações bioquímicas. Os processos podem ser Aeróbicos ou Anaeróbicos.
Os processos Aeróbios simulam o processo natural de decomposição, com eficiência no tratamento de partículas finas em suspensão. O oxigênio é obtido por aeração mecânica(agitação) ou por insuflação de ar. Já os Anaeróbios consistem na estabilização de resíduos feita pela ação de microorganismos, na ausência de ar ou oxigênio elementar. O tratamento pode ser referido como fermentação mecânica. Maiores detalhes sobre estes tratamentos podem ser encontrados no artigo técnico “Tratamento Biológico de Efluentes”. Como exemplo, cita-se o processo aeróbico lodo ativado.
ATIVIDADE 4° TRATAMENTO DE ESGOTO
Nathaly Virginia de Melo N° 38/ Camila Alves Ribeiro N° 03 | 22-11-2011
1-) Tem a Finalidade de remover materiais solidas grosseiras,areia e materiais que se encontram em sua superfície com a utilização de uma grande e de uma caixa que retem a areia
2-) A sua finalidade é a remoção de solidos de menores dimensões do que os retirados no tratamento preliminar, presentes na água.São utilizados tanques de decantação nos quais parte desses solidos se deposita no fundo dos tanques e o liquidos e decantado, seguindo o tratamento.Podem mencionar tanbém outros processos empregados no tratamento primario,como a floculação,utilizada para a remoção de solidos de menores dimensões.Para esse processo ocorra,são adicionados ao tanque de decantação sais de aluminios ou ferro.
3-) Tem a função de remover,por meio de transformação química,a matéria organicas em suspensão na água que nã foi removida nos tratamentos anteriores.Essa transformação necessitam da presença de microrganismos para acontecer. A degradação das substancias orgânicas pode se dar por um aeróbio ou anaeróbio.
4-) O tratamento terciário tem por objetivo a remoção de
poluentes específicos e, principalmente, de substâncias que contêm nitrogênio e fósforo.
tratamento de esgoto
fabio lopes da silva N° 08 (feijão ) kkkk | 22-11-2011
Tratamento de esgoto
1-)pré-tratamento ou tratamento preliminar , o esgoto tem uma separação entre a água e a parte mais grossa que fica na água por exemplo , lixos , áreas ,óleos, ele tem uma separação entre a parte mais grosseira do solido , a peneira rotativas, o desarenamento na caixa de areia a onde fica separado o solido grosso
2-) o tratamento primário ele remover poluente como inorgânicos e metais pesados e outros através de vários processos como sedimentação , o principal objetivo e obter um efluente clarificado , este processos gera um lodo , que devera ser manejado de maneira adequada , através do processo de adensamento de lodo , esse tratamento primário ele e importante porque ele remover o solido grosso com óleo e graxas.e também considerado como tratamento primário.
3-) No tratamento secundário, predominam os mecanismos biológicos, e o objetivo é principalmente a remoção de matéria orgânica e eventualmente nutrientes (nitrogênio e fósforo).
Atividade 4
Douglas Kupske Martins nº6 | 19-11-2011
1-Há 4 níveis básicos de tratamento de esgoto.São eles:
*Nível preliminar: são utilizadas grades, peneiras ou caixas de areia para reter os resíduos maiores e impedir que haja danos as próximas unidades de tratamento, ou até mesmo, para facilitar o transporte do efluente.
*Tratamento primário: são sedimentados (decantação) os sólidos em suspensão que vão se acumulando no fundo do decantador formando o lodo primário que depois é retirado para dar continuidade ao processo.
*Tratamento secundário: os microorganismos irão se alimentar da matéria orgânica convertendo-a em gás carbônico e água
*Tratamento Terciário: também chamado de fase de pós-tratamento, são removidos os poluentes específicos como os micronutrientes (nitrogênio, fósforo…) e patogênicos (bactérias, fungos). Isso quando se deseja que o efluente tenha qualidade superior, ou quando o tratamento não atingiu a qualidade desejada.
2-1) O tratamento preliminar visa retirar os resíduos maiores,além de óleos que dificultariam a continuidade do processo.
2) Visa separar substâncias mais homogêneas da água em sí, Este processo gera um logo que pode ser transformado em gás metano e posteriormente em energia. A resultante deste processo é a água menos "homogênea", menos densa, semelhante a limpa, porém com vários resíduos maléficos a nossa saúde.
3) A parte do processo mais química, já que bastérias aeróbicas "comem" as impurezas da água, limpando-a. Assim, a água, por meio deste processo, fica livre de organismos patogênicos que poderiam causar doenças ao ser humano.
4) Nesta fase, o foco é retirar as bactérias que foram utilizadas para "limpeza" da água, já que estes poderiam ser prejudiciais a saúde. Assim, após estes processo a água não poderia ser chamada de potável, porém já pode ser devolvida aos rios sem que estes se tornem mal cheirosos ou poluídos.
Processos envolvidos no Tratamento secundário e terciário:
2-3)4)
Tratamento secundário: processo biológico, do tipo lodo ativado ou do tipo filtro biológico, onde a matéria orgânica (poluente) é consumida por micro-organismos nos chamados reatores biológicos. Estes reatores são normalmente constituídos por tanques com grande quantidade de micro-organismos aeróbicos, havendo por isso a necessidade de promover o seu arejamento. O esgoto saído do [reator biológico] contem uma grande quantidade de microorganismos, sendo muito reduzida a matéria orgânica remanescente. Os micro-organismos sofrem posteriormente um processo de sedimentação nos designados sedimentadores (decantadores) secundários.
Finalizado o tratamento secundário, as águas residuais tratadas apresentam um reduzido nível de poluição por matéria orgânica, podendo na maioria dos casos, serem despejadas no meio ambiente receptor.
Tratamento terciário
Normalmente antes do lançamento final no corpo receptor, é necessário proceder à desinfecção das águas residuais tratadas para a remoção dos organismos patogênicos ou, em casos especiais, à remoção de determinados nutrientes, como o nitrogênio (azoto) e o fósforo, que podem potenciar, isoladamente e/ou em conjunto, a eutrofização das águas receptoras.
Remoção de nutrientes: Águas residuárias podem conter altos níveis de nutrientes como nitrogênio e fósforo. A emissão em excesso destes pode levar ao acúmulo de nutrientes, fenômeno chamado de eutrofização, que encoraja o crescimento excessivo (chamado bloom) de algas e cianobactérias (algas azuis). A maior parte destas algas acaba morrendo, porém a decomposição das mesmas por bactérias remove oxigênio da água e a maioria dos peixes morrem. Além disso, algumas espécies de algas produzem toxinas que contaminam as fontes de água potável (as chamadas cianotoxinas).
Há diferentes processos para remoção de nitrogênio e fósforo:
A Desnitrificação requer condições anóxicas (ausência de oxigênio) para que as comunidades biológicas apropriadas se formem. A desnitrificação é facilitada por um grande número de bactérias. Métodos de filtragem em areia, lagoa de polimento, etc. pode reduzir a quantidade de nitrogênio. O sistema de lodo ativado, se bem projetado, também pode reduzir significante parte do nitrogênio.
A Remoção de fósforo, que pode ser feita por precipitação química, geralmente com sais de ferro (ex. cloreto férrico) ou alumínio (ex. sulfato de alumínio). O lodo químico resultante é difícil de tratar e o uso dos produtos químicos torna-se caro. Apesar disso, a remoção química de fósforo requer equipamentos muito menores que os usados por remoção biológica.
Desinfecção:A desinfecção das águas residuais tratadas objetiva a remoção dos organismos patogênicos. O método de cloração também tem contribuído significativamente na redução de odores em estações de tratamento de esgoto. Revelou-se entre os processos artificiais o de menor custo e de elevado grau de eficiência em relação a outros processos como a ozonização que é bastante dispendiosa e a radiação ultravioleta que não é aplicável a qualquer situação.